agosto 29, 2016

MEU LOOK Nº 4

O Sportswear é uma das grandes apostas para o verão e tende a seguir firme e forte por um tempo pois, como já comentei aqui, a moda caminha cada vez mais para o conforto. Como não me imagino saindo por aí com looks literais, estou inserindo as peças delicadamente nas produções.

Vou descrever esta blusa como alfaiataria "cool", pelo seu movimento e corte. Como não sou de usar muitos acessórios de uma vez, sempre que posso faço algo no cabelo e aqui consegui reforçar minha referência através do penteado. O tênis é essencial neste momento e este é meu preferido! Não é difícil compor uma produção seguindo essa linha: Jaqueta bomber, tricô canelado, punhos e barras de elástico, náilon. Todos nos transportam para o universo sportswear.

Muitas pessoas abominam bolsa na transversal, mas eu adoro e uso sempre! As mini bags estão entre as mais vendidas há várias temporadas, mas são tão pequenininhas que acabam sumindo no look. Quando coloco-as na transversal elas integram-se às produções. A pochete está voltando lentamente, com releituras contemporâneas bem interessantes, mas é um acessório polêmico que muitos abominam (alô jovens dos anos 90!). As mini bolsas usadas na transversal são uma alternativa para não se render a pochete, mas ter a praticidade que elas proporcionam.






Fotos: Ricardo Zanella

Blusa - Reinaldo Lourenço | Saia: Talie NK | Colar - Schutz | Tênis - Stella McCartney





Bita

agosto 23, 2016

WORKSHOP MESA & ETIQUETA NA MESA DETALHE


No último sábado participei do Workshop “Mesa & Etiqueta com Andréa Staciarini” na loja Mesa Detalhe, em Dourados. Conheci a Andréa em 2013 por causa do blog e nos reencontramos recentemente. Hoje ela mora em Ribeirão Preto e abriu uma consultoria, na qual atende lojas especializadas em vestir a mesa, além de comandar o Instagram @mesaetiqueta, que é muito inspirador! Quem ainda não conhece, não deixe de seguir. Os posts são encantadores, desde as decorações e arranjos até os textos muito bem escritos, daqueles que fazem a gente ter vontade de aproveitar a vida da maneira mais alegre possível.

A ideia do workshop em Dourados surgiu na brincadeira. A Andréa já aplica o formato em Ribeirão e, felizmente o plano de acontecer em Dourados saiu do papel! Além de participarmos como alunas, eu e minha mãe tivemos o prazer de sermos embaixadoras do evento. Foi uma tarde divertida e de muito aprendizado! Andréa tem um jeito leve de ensinar, demos boas risadas!

Aprendemos a montar uma decoração formal (mesa vermelha e branca) e outra informal (mesa verde e amarela) e dicas de como quebrar as regras arcaicas de etiqueta à mesa, tudo isso visando recepções práticas nas quais o anfitrião consegue aproveitar ao máximo com seus convidados. Acredito que a maior lição deste workshop foi que, acima de tudo, receber é uma demonstração de carinho àqueles que amamos. Quem não pode participar, não perca o próximo, mesmo que você não tenha grande interesse pela arrumação de uma mesa, será conquistado pela arte de receber, eu garanto!




















Fotos: Anderson Zanatta


Bita



agosto 22, 2016

SUGAR DETOX - MINHA EXPERIÊNCIA SEM DOCES


Sei que o intuito deste site não é ser um blog fitness, mas encontrei poucos relatos quando busquei estímulos para passar um mês sem doce, então aqui está o meu!  

Quem me conhece bem sabe que uma formiga habita dentro de mim! Desde criança sou muito ansiosa e recorro aos doces. Até recentemente, lembro de comer leite condensado com nescau ou granulado, morango com açúcar, marshmallow derretido... Qualquer coisa que pudesse resolver imediatamente aquela vontade incontrolável de açúcar e, quanto mais doce melhor!  

Em janeiro comecei a fazer reeducação alimentar com acompanhamento de uma nutricionista (@nutritamaraluna, a nutricionista mais fashionista que já se viu!) e aos poucos percebi que durante a semana eu seguia corretamente as orientações dela, mas ao chegar na sexta-feira, assim que deixava a faculdade pela manhã, meu corpo sentia uma necessidade absurda de comer muito doce. Até que um pouco antes da Páscoa deste ano comecei a sofrer crises recorrentes de enxaqueca e que elas aconteciam sempre após a ingestão de chocolate. Era meu corpo pedindo socorro. Isso me fez tomar uma decisão que seria difícil, mas eu estava muito determinada: Após o domingo de Páscoa ficaria três semanas sem doces.

Eu teria que recusar balas, doces, bolachas, biscoitos, bolo e doces em geral. Claro que não fui extremamente radical, três semanas, para quem não se importa com um docinho, parece bobo, mas para quem é viciado é como estar de cara com um monstro! Haha Eu sabia que daria conta nesse período de tempo.

Foto via Man Repeller

A primeira semana foi engraçada. Pensei que sofreria mais, mas estava tão determinada e pensando “ 3 semanas passam rápido, vai valer a pena! ” que não sofri... até a sexta-feira! Eram nove horas da manhã quando minha aula acabou, instantaneamente pensei em comprar um bolo de chocolate, em seguida lembrei que não podia. Isso me deixou de boca aberta por que estava intrínseco que no momento em que a aula acabasse na sexta-feira, já era fim de semana e fim de semana significava comer doces. Percebi que fazia isso sempre.

Foi difícil recusar muitas coisas e aquela história de que quando não podemos é quando mais temos oportunidades é a maior verdade. Com 15 dias fui em um aniversário e fiquei tentada a comer bolo, mas tive que me contentar com as frutas. Também tive vontades que não eram comuns, como tomar café. Nunca fui fã de café, mas sem doces eu queria o tempo todo e acabei tomando várias vezes ao dia, descobri depois que isso é comum entre pessoas que cortam o açúcar. Isso sem contar a quantidade de fotos de bolo, brigadeiro e outros integrantes do grupo dos “proibidos” no Instagram. São muitos mesmo, mas a gente só nota nos momentos difíceis! hahaha

A terceira semana chegou, eu já estava mais desinchada e disposta então resolvi ficar mais uma semana sem, completando um mês. No quarto final de semana eu via as pessoas comendo brigadeiro, bolo, tomando sorvete e não sentia a menor vontade. É realmente um detox, você sente que seu corpo está limpo e se ingerir aquilo vai se “sujar” por dentro. Por sorte eu não senti dores de cabeça, nem crises nervosas, mas li que são comuns para quem está largando vícios - não posso chamar o açúcar de outra coisa -.




No final eu aguentei um mês e uma semana, prometi para mim que só comeria de novo quando realmente valesse a pena. Até que uma amiga carioca veio me visitarem São Paulo e trouxe de presente o famoso Brownie do Luís. Eu não poderia recusar este presente, né!? No dia comi um pedaço muito pequeno, ainda não sentia vontade e ela voltou aos poucos. Isso me ajudou a não passar mal, mas acontece com muita gente, para você ver o efeito que essa droga tem no nosso organismo!

Isso aconteceu há pouco mais de três meses. Acabei voltando a comer doce normalmente, mas não com a frequência de antes. Fiquei tão impressionada com a minha determinação que agora decidi tentar novamente, mas o desafio é ficar dois meses. Completei uma semana hoje e por enquanto estou bem, mas fico um pouco assustada quando penso que faltam 7 semanas ainda!


 Claro que não dá para passar a vida evitando açúcar e nem ser a chata que não come nada, mas como minha nutri, Tamara Luna, sempre diz, é preciso ter equilíbrio. Realmente, ninguém é feliz e nem consegue passar a vida toda se restringindo de algo, sem contar que sinto muito mais orgulho de mim quando digo “não” para um pacote de bolacha, para dizer sim mais tarde para aquele delicioso bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro, mas precisamos pensar em nossa saúde em alguns momentos e certos esforços são necessários para não sofrermos mais no futuro. Sem açúcar me sinto mais disposta, sinto que minha pele melhora de aspecto sem mencionar a perda de peso, porém, o fator principal para mim, é que não posso descontar minha ansiedade na comida, me forçando a ter mais paciência e autocontrole. Li há alguns dias que o açúcar é o novo cigarro e de fato o efeito é o mesmo, cabe a nós decidirmos como nos equilibrar.



Bita

agosto 13, 2016

MEU LOOK - Nº 3


Para os dias gelados que estão boa parte do Brasil esta semana, o look de hoje é bem básico e perfeito para a temperatura. Como a última que postei, esta produção tem sobreposição de blusas. Desta vez, coloquei a de alcinha com renda sobre uma de manga comprida e gola alta, peças presentes em todos os armários, não é mesmo!? 

Bom fim de semana para todos! E ah, se alguém quiser me acompanhar nas redes sociais, o Instagram é @blogdabita e Snapachat @bita_conci.





Fotos: Gustavo Gandiozo

Blusa preta - Zara | Blusa cinza - Talie NK | Calça - Tommy Hilfiger | Bota - Arezzo | Bolsa - Saint Laurent Paris | Colar - Gypsy Brasil






Bita


agosto 12, 2016

AFINAL, O QUE É UMA TENDÊNCIA?


Comecei a me interessar por moda quando tinha 14 anos, na mesma época em que os fashion blogs tiveram seu boom e democratizaram a maneira como consumimos. Até então, quem gostava de moda precisava buscar informações em revistas e nos poucos sites disponíveis sobre o assunto.

 Os blogs realmente tornaram tudo mais democrático e acessível. Se antes nossa referência eram modelos altas, magérrimas e de beleza exótica, as blogueiras apareceram com biotipos mais realistas e propuseram uma forma descomplicada de termos acesso ao que está em voga. Isso, somado ao desenvolvimento das redes sociais, nos permite hoje descobrir o que está nas passarelas internacionais em tempo real, enquanto estamos sentadas no sofá de nossas casas, além de, dentro de algumas semanas, podermos comprar peças similares - para não dizer cópias – na fast fashion mais próxima.

Essa quebra de barreiras foi determinante e muito bem aceita, mas ao mesmo tempo as informações ficaram tão rápidas que o consumo tomou proporções descontroladas. Resultado do desejo que é alimentado em nós a todo instante, com enxurradas de posts nas redes sociais de formadores de opinião usando algum novo item que parece torná-los pessoas mais felizes, mas que em alguns meses será esquecido no fundo do armário. 


Como viver sem isso nos dias de hoje?


Essa necessidade de compra que temos hoje engloba muitos temas, como as polêmicas fast fashions que, em contrapartida, fizeram o “see now buy now” se tornar realidade que, por sua vez, levou em conta o excesso de coleções que uma marca lança por ano. É um ciclo vicioso e ainda quero abordar todas esses temas aqui, mas neste post, em especial, quero discutir sobre uma coisa que com toda essa facilidade de informações de moda ficou extremamente banalizada: As tendências.

Fala-se muito sobre “tendência de moda”, mas poucos de nós sabemos seu real significado. Se analisarmos a palavra, não é difícil concluir que descreve algo que “tende para”. Logo, tendências de moda são previsões do que pode evoluir para o gosto comum, podendo ser uma peça de roupa, uma cor, um acessório... Ao assistirmos um desfile, muitas vezes, não fazemos ideia da quantidade de pesquisas que envolvem a coleção, não só na fase de criação, mas também de público alvo, comportamento e, tendências!


Uma das maiores responsáveis pela tranformação drástica da maneira de consumirmos e enxergamos moda


Para definir quais serão as apostas das temporadas as marcas contam com caçadores de tendências. Bureaux de estilo - nada menos que escritórios voltados para pesquisas de comportamento -, como WGSN, investigam desejos de consumo, valores sociais, e comportamento do público. As previsões são determinadas com alguns anos de antecedência aos desfiles.
Após o estudo dos trend hunters, as tendências são lançadas para os consumidores através das marcas e depois disso, o que resta é esperar para saber se elas irão ou não vingar. Geralmente o consumo começa pelos influencers de moda, pessoas que ajudam a formar opinião como modelos, it girls, blogueiras e celebridades em geral. A partir do momento que esse nicho adquire e cai no gosto do público que o têm como espelho, as previsões deixam de ser tendência e estão oficialmente na moda.


Li Edelkoort, uma das figuras mais influentes da moda há anos e maior responsável pelo escritório de pesquisa de tendências Trend Union.



Vejo muitas pessoas qualificando objetos de moda que já passaram da fase “tendência” como tal. Para ser mais clara vou utilizar exemplos. Choker e tênis brancoestão por toda a parte. As pessoas realmente aderiram e gostam muito! Choker e tênis branco não são mais tendências de moda pois já estão consolidados. Daqui em diante conseguirão se manter no topo da lista de desejo dos consumidores ou serão esquecidos, até que, daqui um tempo, sejam relançados – pois a moda vive de releituras, lembra!? -. Podemos substituir a palavra tendência quando usada de forma errônea para nos referirmos a itens que já passaram desta fase por “em voga”, “em alta” ou simplesmente, o bom e velho, “está na moda”




Tendências são a prova de que moda não é um assunto fútil e irrelevante. Tudo o que está nas passarelas e consumimos é um reflexo da nossa sociedade, do que estamos buscando. 


Bita

agosto 05, 2016

MEU LOOK - Nº 2


Sexta-feira, finalmente! Estou muito animada para este fim de semana pois na próxima terça-feira é meu aniversário e, até lá, estarei comemorando muito! Sou fã de todos os tipos de celebração. Precisamos ter um momento para apreciar nossas conquistas e quando se trata de completar mais um ano de vida, com muita saúde e realizações, não deixo passar em branco de maneira alguma.

Aproveitando o clima de festa e, de quebra, inspirando as produções do fim de semana, um look! Tinha tudo para ser uma combinação básica de saia e blusa, contudo apostei em um truque de styling e deixei o top em destaque. Como a blusa é transparente, quando comprei, pensei: “Por que não transformar o top em peça principal? “. A mesma ideia pode ser reproduzida com qualquer tipo de blusa, tornando o look uma variação da sobreposição camiseta com blusa de alcinha, que vemos ganhar força cada dia mais. Truques de styling nos ajudam a sair da mesmice e sermos diferentes, através de pequenos detalhes! Alguém imaginou que era uma peça só?





Fotos: Gustavo Gandiozo
Blusa e Saia - Reinaldo Lourenço | Top - Bo.bô | Sapato - Valentino 




          Bita

agosto 04, 2016

OBSERVANDO O ESTILO DAS ITALIANAS

Nessas férias tive a oportunidade de visitar uma amiga na Itália. Passei uma semana com ela na região do Lazio; quatro dias em uma pequena cidade onde a família dela vive e três dias em Roma. Como era a minha primeira vez no país, tive a sorte de ser guiada por uma italiana e viver sua rotina. Consequentemente, fiz amizades lá e isso me permitiu mergulhar nos gostos das romanas em relação à moda e comportamento. Quando viajo adoro observar o estilo das pessoas, sempre podemos levar alguma referência de onde estamos para casa. Me surpreendi tanto com o que vi na Itália que escrevo este post para falar justamente sobre isso.



Cores neutras e ausência de estampas

Eu uso muito preto, é minha cor preferida. Uma vez li que preto é a cor das indecisas. Discordo completamente! Para mim, além da praticidade, tem um tom de elegância e poder que nenhuma outra cor é capaz de proporcionar. Apesar da minha tendência a vestir preto, imaginei que as mulheres romanas usariam muitas cores vivas. Alimentei a ideia da italiana sensual que a mídia explora e com esse estereótipo, Dolce & Gabbana + Versace, montei a mala mais colorida que fiz até hoje. Chegando lá, a surpresa: meninas extremamente discretas na hora de se vestir. A exceção era pequena, a maioria usava tons neutros como preto, cinza, branco ou bege. As cores mais vibrantes eram vermelho e verde militare e estampas, quase proibidas! No máximo uma peça listrada ou um floral discreto.


Modelagens simples

A modelagem das roupas que as meninas romanas gostam de usar é bem fácil. Calças pantacourts, macacões, cropped tops acompanhando calças de tecido fluido, vestidos confortáveis e não muito próximos ao corpo, essas peças estão frequentemente nos looks. Nada complicado e que exija muita preparação antes de sair. Conforto é a palavra de ordem sempre!


Maquiagem bem discreta e destaque para os olhos

Conheci minha amiga na Califórnia durante um intercâmbio de um mês e todos os dias, não importava para onde estivesse indo, ela delineava as pálpebras superiores e inferiores com um lápis. Bastou eu chegar na Itália para perceber que essa pratica não era só dela. As meninas não economizam lápis de olho, rímel e delineador, por outro lado, a pele e blush são bastante discretos. Não interessa a ocasião, este é o combo diário da maquiagem italiana, presente em os nécessaires.


Bolsas e sapatos qualidade

Que italianos prezam por bons sapatos nós já sabemos, mas as mulheres também não abrem mão de uma bolsa de qualidade e qualidade para elas não significa ser caro, porém durável e bem confeccionado. As roupas podem até ser básicas, mas a bolsa a tiracolo é sempre uma peça que faz toda a diferença nas produções.
As italianas em geral, apesar de usarem salto fino e sapatos mais delicados, gostam muito de sandálias flatforms. Aqui no Brasil elas estão fazendo sua fama agora e ainda recebem olhares tortos, mas são queridas pelas jovens italianas há muito tempo! A regra de ouro é exigir conforto em tudo o que se usa e o que as flatforms oferecem se não exatamente isso? A altura varia e a grossura e quantidade de tiras também, mas a essência é a mesma. Elas vão até para a praia com as sandálias, por que usar Havaianas é quase proibido! Italianos em geral acham que nossos chinelos não são bem vistos em nenhuma atividade além de ficar em casa.


Óculos são essenciais

Eu não tenho o hábito de usar óculos de sol, parei de comprar porque me causam certo desconforto e acabo abandonando na gaveta. Esta é uma coisa que quero mudar pois o acessório faz toda diferença e para as italianas, também! Não houve um dia sequer que vi minhas amigas sem óculos de sol e sempre modelos diferentes. Elas gostam muito e a vantagem é que na Itália existem várias marcas novos designers muito bacanas com bons preços.



Certamente foi uma experiência enriquecedora e espero voltar em breve a esse país lindo e tão plural que a Itália é, em sua história, arte e paisagem. Claro que essas características não são uma regra, mas foi a preferência de estilo mais comum que percebi. Não podemos esquecer que estou falando sobre as pessoas que moram em Roma, mas assim como no Brasil, o comportamento muda de região para região, influenciando diretamente na maneira como as pessoas se vestem. Milão, por exemplo, deve ser um sonho para pessoas que amam buscar referências observando outras, como eu! Portanto, fica o post para quem quiser se “camuflar” ao visitar o Lazio.




Bita